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30/05/12 01:12

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) inicia nesta terça-feira a quarta reunião de 2012 com vistas a ajustar a taxa básica de juros (Selic). No último encontro, os conselheiros optaram por mais uma vez reduzir a taxa em meio ponto percentual, seguindo a tendência das últimas reuniões.

No entanto, desde o momento em a Selic que atingiu o patamar de 9% ao ano, o cenário internacional mudou bastante. A cotação do dólar atualmente gira em torno de R$ 2 cada, 7,5% a mais do que na última reunião. Há ainda a crise política na Grécia, o enfraquecimento do Euro e aos poucos se desenha um cenário de falta de petróleo no mercado mundial.

Tudo isso ainda se junta à lenta recuperação dos Estados Unidos no pós-crise e a crise nos países europeus. Mas segundo o professor Onofre Portella, das faculdades Rio Branco, mestre em Ciências Econômicas pela PUC-SP, ainda há margem para redução da taxa básica de juros da economia.

“Depois que o governo fez a mudança na regra da caderneta de poupança, agora o Copom pode continuar com a política de redução da taxa Selic. Sendo assim, muito provavelmente ela chegará a 8,5% na próxima reunião no final do mês [de maio]”, disse. “Essa é a tendência que tem sido apontada nas últimas reuniões do comitê”, completou Portella.

Sobre a valorização da moeda americana frente ao real, o economista acredita que o governo deveria ter interferido na taxa cambial antes. “A valorização do dólar também é reflexo das mudanças na taxa de juros. Aliás, ele precisava ser valorizado há mais tempo. Atualmente o impacto da valorização do dólar na economia é mais positivo do que negativo”, explicou.

“A única coisa que preocupa um pouco é que talvez isso acarrete em inflação, mas não é provável que isso vá acontecer”, ressalvou o professor.

Em relação à crise internacional, Portella acredita que o Brasil está mais bem preparado para enfrentá-la do que em 2008. “A redução das taxas de juros não vai impedir a ‘entrada’ da crise no Brasil, mas ela prepara melhor o país. Essa política tem dado competitividade ao produto brasileiro lá fora”, disse.

“O governo está aproveitando esse cenário internacional para praticar a redução dos juros. Acho bastante oportuno, já que no horizonte futuro o mundo não aponta para uma pressão inflacionária porque o mercado internacional está se retraindo."

Entenda os efeitos da redução da Selic

A redução da taxa básica de juros da economia acaba inibindo os investidores de aplicarem seu dinheiro nos títulos do governo, impulsionando assim o investimento em aplicações particulares que proporcionam rendimentos maiores.

Desse modo, aumenta-se o investimento em ações da Bolsa de Valores e também os investimentos no setor privado.

Além disso, a taxa básica de juros da economia acaba servindo de base para outras taxas praticadas pelos bancos do país. Uma menor taxa acarreta em juros menores e mais crédito disponível para o consumidor.